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"Depois de muito tempo liguei a televisão pra conferir o horário eleitoral e vi que nada mudou, o mesmo circo armado, o mesmo desfile de psicopatas políticos com caras de depravados sexuais e homicidas. É impressionante como ninguém se toca que no Brasil trocam-se as figuras nos palanques mas nos bastidores do Planalto Central continua a velha carnificina anti democrática social. Com o passar dos dias e depois de provocarem uma irritabilidade coletiva, os mesmos políticos discursam em seus cavalos brancos o velho jargão político “o voto é a única maneira de mudar”. Bando de corruptos caras de pau, querem apenas garantir que o espetáculo continue. Deveríamos envenenar os bebedouros políticos com o antídoto da verdade, colocar na salada mista pílulas de sinceridade. Assistiríamos em horário nobre nacional a verdadeira história do Brasil."
— Elisa Bartlett.   (via bau-das-palavras)

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Além do mais, como a morte podia ser “instantânea”? Quanto tempo é um instante? Um segundo? Dez? A dor que ela sentiu nesses poucos segundos deve ter sido horrível. Seu coração foi esmagado, o pulmão parou de funcionar, e não havia nem ar nem sangue em sua cabeça, apenas desespero. Mas que diabos significa “instantâneo”? Nada é instantâneo. Arroz instantâneo leva cinco minutos, pudim instantâneo uma hora. Duvido que um instante de dor intensa pareça instantâneo.

( Miles, sobre a morte instantânea de Alasca. Pagina 150 ).

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— Quem é você, Alasca? - John Green. (via dernier-battement)